Fonte: www.ideiademarketing.com.br A
tecnologia cresce e se torna cada vez mais presente no dia a dia de todos, como
por exemplo, o novo conceito que reúne diversas tecnologias, a “Internet das
Coisas”. Nunca ouviu falar? Nós da
Publitech apresentamos para vocês.
Nada
mais é do que uma nova revolução tecnológica que estabelece uma comunicação
entre objetos como automóveis, eletrodomésticos, celulares e aparelhos móveis.
Essa comunicação é feita através da Internet os tornando mais “inteligentes” e cria
uma interação com as pessoas. Como a geladeira inteligente que através de um
chip avisa quando os mantimentos estão acabando, um produto estiver vencido ou
até mesmo acrescentar produtos na sua lista de supermercado. Já foi lançado através
de uma parceria da Apple com a Nike um tênis de corridas que contém um chip que
é capaz de monitorar os exercícios físicos.
Existem
outros objetos de interação já estão sendo desenvolvidos, sempre com o objetivo
de facilitar a vida das pessoas.
O tipo de licença Creative Commons surgiu para facilitar a
vida das pessoas que desejavam trabalhar em conjunto com autores de qualquer
trabalho, mesmo que de forma anônima.
Os direitos autorais geralmente limitavam a utilização e
reprodução de conteúdos disponibilizados na internet, o que vai à direção
inversa do que a mesma proporciona, com enorme capacidade de compartilhamento,
reprodução e customização de conteúdos.
Se alguém desejasse fazer uso de alguma obra (seja música,
imagem, vídeo, trabalhos acadêmicos, etc.), precisaria enfrentar vários processos
judiciais, além de gastar muito dinheiro contratando advogados.
O Creative Commons surgiu para facilitar a vida desse tipo
de pessoa, autorizando previamente a modificação parcial ou total de
determinada criação, viabilizando que novos autores surjam, e até mesmo
trabalhem em conjunto com outros.
É muito bom que este tipo de liberdade seja concedida aos
diversos autores, seja para reproduzir ou modificar algo já criado, ou então
criar algo e registrar sob esta mesma licença.
A grande maioria das fotos do Flickr, o blog do Governo de
Minas Gerais, o novo site do Dataprev e o Videolog, parceiro do UOL, utilizam
licenças do Creative Commons.
Veja o vídeo que ilustra o funcionamento da licença Creative
Commons:
Postado Por:
blogpublitechAs segunda-feira, outubro 14, 2013
Ela é capaz de dizer de onde você envia ou recebe as
informações permitindo que a informação seja compartilhada. O nome desse fenômeno
é geolocalização. Vários meios permitem que o usuário seja localizado, por
exemplo, o IP do computador, a conexão de rede sem fio ou um GPS
o fazem com maestria.
As redes sociais souberam implantar este recurso muito
bem, informando com exatidão a localidade onde uma foto foi tirada, ou de onde
o usuário está postando.
Algumas pessoas não querem ser encontradas, e com isso
vem a grande pergunta: Posso não ser localizado?
A privacidade é um elemento muito importante na vida das
pessoas, social ou profissional. No sistema operacional da Google, o Android,
por exemplo, o usuário tem escolha, entre ter a sua localização divulgada ou
não.
Esse recurso também traz alguns benefícios, por exemplo,
permite que o gerente do banco visualize se é o próprio correntista que está
realizando determinada transação bancária, ou até mesmo que o usuário solicite
e acompanhe um taxi.
Postado Por:
blogpublitechAs segunda-feira, setembro 30, 2013
Como falamos anteriormente, no final de semana passado participamos do 25º FestUp realizado pela APP Brasil e queremos compartilhar com vocês uma palestra muito interessante que tivemos com o publicitário Eco Moliterno, diretor de criação da agência África, do grupo ABC.
Fonte: www.pautas.incorporativa.com.br
Ele falou as 5 verdades sobre um viral e alguns exemplos que cada um produzidos pela agência, segue agora para vocês:
1-) Um viral é mais curto que um comercial, pois tem que prender a atenção nos primeiros segundos.
Muito comuns na década de 80, as manifestações populares
sempre fizeram parte da vida dos brasileiros, mas com as redes sociais elas
ganharam muita força e consequentemente, muito mais visibilidade.
Em agosto de 2013, o Brasil presenciou manifestações
diariamente, predominantemente protagonizadas por estudantes, protestando
principalmente contra o aumento das passagens do transporte público. Porém,
diferente de antigamente, as redes sociais (em especial o Facebook) foram utilizadas
para organizar essas manifestações.
Por meio da função de criar eventos, um usuário criava o
“evento” relacionado à manifestação e convidava seus amigos, que repassavam
este convite adiante, criando uma grande corrente online que resultava na
quantidade massiva de participantes.
As redes sociais causaram grande impacto nas manifestações
populares, devido ao fato dos usuários acessarem constantemente, e
involuntariamente provaram que podem ser uma ótima ferramenta para quem quer
atingir um grande público, no âmbito da comunicação e da publicidade.
Somos 5 estudantes do 2º Semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade Municipal de São Caetano do Sul e aqui iremos falar sobre publicidade, tecnologia, entretenimentos, enfim, assuntos da atualidade.